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“Pesquisadora contribuiu na defesa dos movimentos sociais na Universidade”, diz nota. Foto: UEPG

O Departamento de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa lamenta o falecimento da professora Solange Moraes Barros. Doutora em Serviço Social, professora da UEPG, ex-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, ex-diretora do Setor de Ciências Sociais Aplicadas, atualmente trabalhando na administração da Universidade, Solange também participou da administração na Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (2001-04). A professora aposentou-se no início de 2017 e lutava, ao longo dos últimos meses, pela recuperação de um câncer.

 

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 Foto: Leticia Gomes

 Os programas de extensão ligados a Universidade Estadual de Ponta Grossa concretizaram a mudança na quinta-feira (12), do edifício Piquiri, rua Dr. Penteado de Almeida, 260, para o Imperador, na Rua Júlio de Castilho, nº 620, esquina com a Rua Coronel Bittencourt. “O novo ambiente é melhor por ser mais arejado e espaçoso, o que facilita o trabalho, mas ainda temos algumas dificuldades de adaptação”, afirma a bolsista do projeto Incubadora de Empreendimentos Solidários (IESOL), Luciana Gomes Pereira. Para Luciana, a mudança alterou a rotina de trabalho. "Ocorreram poucas reuniões e atividades em grupo nos projetos e a internet ainda não foi instalada, porém temos consciência que essas mudanças levam tempo”.

Foto: Juliana Krol


A XXVI Semana de Estudos em Comunicação (SECOM) tematizou os cinco anos da Lei de Acesso à Informação (LAI) com três dias de palestras sobre o jornalismo e os desafios para uma cultura da transparência. A Semana de Estudos em Comunicação é tradicionalmente realizada pelo Departamento de Jornalismo da UEPG, em parceria com o Mestrado em Jornalismo. Saiba mais sobre a SECOM 2017, que aconteceu entre os dias 18 e 20 de outubro!

Primeiro dia - 18/out
Marina Atoji, jornalista e gerente executiva da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – ABRAJI, aborda as características da LAI e os procedimentos para o acesso à Lei. Confira os destaques do primeiro dia:

Segundo dia - 19/out
A assistente de projetos na área de Acesso à Informação Bárbara Paes, da organização não-governamental de direitos humanos ARTIGO 19, abordou a LAI da perspectiva dos direitos digitais. Também no período da manhã, o professor dos Programas de Pós-Graduação em Jornalismo e Sociologia Política da Universidade Federal de Santa Catarina, Jacques Mick, lançou o livro O Fim d’A Notícia. Confira:

Terceiro dia - 20/out
No último dia, a jornalista Amanda Audi, ombudsman do Periódico, apresentou experiências jornalísticas na cobertura da Lava Jato, comentando também aspectos da reportagem investigativa. Saiba mais:

Foto: Nataly Vrisman

Na nova edição da série “Aprendi com o Jornalismo”, as jornalistas participantes da 26° Semana da Comunicação e do III Seminário de Jornalismo e Convergência (SEJOC), Marina Atoji, Amanda Audi e a pesquisadora em Jornalismo Kati Cateano falam sobre as contribuições da profissão para a sociedade e democracia. Os eventos aconteceram entre os dias 16 e 20 de outubro e discutiram questões relacionadas à Lei de Acesso à Informação (LAI) e a transformação das redações dentro do processo de convergência midiática, respectivamente.  Para as entrevistadas, a profissão se compromete em oferecer informação de qualidade com finalidade de melhorar a rotina das pessoas. Confira:

Confira também as últimas edições do quadro 'Aprendi com o Jornalismo':

15/10/2017 - Aprendi com o jornalismo: a importância do fact checking

08/10/2017 - Aprendi com Jornalismo: a importância de interpretar os acontecimentos

24/09/2017 - Aprendi com o Jornalismo: ferramenta de crescimento pessoal e coletivo

 

IMG 6048Foto: Juliana Krol

 

Amanda Audi foi a jornalista convidada para o terceiro dia da 26ª Semana de Comunicação (Secom), na manhã desta sexta-feira (20), no portal telemidiático, no campus central da UEPG. Na conversa, a repórter que hoje trabalha como freelancer em jornais regionais e nacionais e é uma das ombudsman do portal Periódico, relatou as experiências com o jornalismo investigativo. De acordo com Amanda, para trabalhar com pautas investigativas o jornalista precisa encontrar um tema, procurar e juntar as peças, falar com as pessoas certas, ter cuidado e organizar, reorganizar e insistir na pauta. “É óbvio que não é fácil. Você vai conversando com as pessoas, juntando as frestas e no fim você organiza tudo e vê o que pode sair de lá, qual é o gancho, o que é mais importante”.