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Filme mostra diferentes tipos de distúrbio alimentar sem romantizar o assunto.

No mês de julho, estreou na Netflix o filme “O Mínimo Para Viver”, protagonizado por Lily Collins, que interpreta Ellen, uma jovem com distúrbio alimentar. O filme conta a história da garota que, muito abaixo do peso ideal, vive entre clínicas de recuperação por conta da anorexia.



Depois de passar por diversas clínicas, Ellen vai para uma pouco convencional. Na cíinica, os pacientes não são reeducados a comer, mas desafiados a atingir metas para receber premiações, além de fazer terapias em grupo que ajudam a perceber o quão doentes estão. Lá estão outras seis pessoas com transtornos – desde a compulsão até a bulimia – em diferentes estágios: um garoto que está em estágio menos grave até uma garota bastante debilitada, e por isso foi entubada.

Ao longo do filme, as cenas mostram a diversão na clínica, diálogos engraçados e ao mesmo tempo chocantes, além de cenas de superação e reinvenção. Ellen passa todo o tempo contando calorias, fazendo abdominais a qualquer hora, correndo sempre que pode sair e medindo o tamanho de seu braço, mas no final do filme que se vê o quanto a personagem está doente.

O longa recebeu críticas desde que lançou o trailer, com a polêmica de que estaria mais romantizando e desinformando sobre o tema do que alertando para o assunto. Ao mesmo tempo, foi elogiado por especialistas que dizem ser um dos trabalhos mais conscientes sobre o assunto.

O Mínimo Para Viver mostra cenas fortes e que podem incomodar o público, por isso é preciso estar preparado para assisti-las. O filme aborda um assunto que ainda é tabu e que merece ser discutido, uma vez que para alertar sobre distúrbios alimentares é necessário falar sobre eles.

Serviço
O Mínimo Para Viver (2017) – 1h47min
Gênero: Drama
Classificação etária: 14 anos
Pode-se enconjtrar o filme na plataforma Netflix.