Imagem: divulgação

 

   Os fãs de mangá e anime já podem conferir a adaptação de “Ghost in The Shell” no cinema. O filme estreou no dia 30 de março com o nome em português de “A Vigilante do amanhã”. Um longa-metragem de ação, ficção-científica e mistério, que revela experiências tecnológicas em um mundo pós 2029.

 

 

   A personagem Major foi criada pela Hanka Corporation, uma empresa que possui como intuito melhorar humanos a partir de peças robóticas. Após 98 tentativas em criar seres com cérebro humano e corpo cibernético, é que nasce Major. Considerada como o futuro para a empresa, a protagonista passa a trabalhar para o departamento da policia local, combatendo crimes. Além da visão futurista, é possível observar também o aperfeiçoamento humano, não apenas em aspectos robóticos, mas também na busca da personagem por sua identidade e memórias.

   O enredo não é tão simples, mas conquista o público pelo realismo que se faz presente durante todo o filme, através da arte, da fotografia e dos efeitos especiais que nos fazem imaginar um futuro não tão distante. A história foi escrita em 1995, época em que a visão tecnológica era diferente da que existe agora, já com vários avanços, o que torna o filme – que deveria ser de ficção-científica - uma adaptação muito comum e que não surpreende nos aspectos tecnológicos. “A Vigilante do amanhã” é uma ótima opção não só para quem já conhece o anime, mas para quem gosta de cenas de ação e que não se importa em se deixar levar pelo desejo e curiosidade da personagem de conhecer a si mesma e a sua existência.

Os fãs de mangá e anime já podem conferir a adaptação de “Ghost in The Shell” no cinema. O filme estreou no dia 30 de março com o nome em português de “A Vigilante do amanhã”. Um longa-metragem de ação, ficção-científica e mistério, que revela experiências tecnológicas em um mundo pós 2029.

A personagem Major foi criada pela Hanka Corporation, uma empresa que possui como intuito melhorar humanos a partir de peças robóticas. Após 98 tentativas em criar seres com cérebro humano e corpo cibernético, é que nasce Major. Considerada como o futuro para a empresa, a protagonista passa a trabalhar para o departamento da policia local, combatendo crimes. Além da visão futurista, é possível observar também o aperfeiçoamento humano, não apenas em aspectos robóticos, mas também na busca da personagem por sua identidade e memórias.

O enredo não é tão simples, mas conquista o público pelo realismo que se faz presente durante todo o filme, através da arte, da fotografia e dos efeitos especiais que nos fazem imaginar um futuro não tão distante. A história foi escrita em 1995, época em que a visão tecnológica era diferente da que existe agora, já com vários avanços, o que torna o filme – que deveria ser de ficção-científica - uma adaptação muito comum e que não  surpreende nos aspectos tecnológicos.

“A Vigilante do amanhã” é uma ótima opção não só para quem já conhece o anime, mas para quem gosta de cenas de ação e que não se importa em se deixar levar pelo desejo e curiosidade da personagem de conhecer a si mesma e a sua existência.